Veja: Textos sobre Lógica Fuzzy

Ser; não ser; ser e não ser;
nem ser, nem não ser: eis a solução.

Júlio Tôrres

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A lógica aristotélica nos diz que tudo ou é verdadeiro ou é falso. Uma proposição pode ser verdadeira ou falsa, porém não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo. Este princípio, que governa o pensamento lógico desde Aristóteles até os nossos dias, às vezes não pode ser aplicado na prática. Às vezes encontramos “meias verdades” tornando impossível que algo seja totalmente verdadeiro ou totalmente falso. Existem valores que contêm algo de verdadeiro e algo de falso, principalmente, no campo das negociações, dos relacionamentos, seja entre organizações, entre funcionários e organizações, entre ex-funcionários e organizações, entre educadores e educandos, ou em qualquer tipo de relacionamento. Queiramos ou não, tem que existir uma flexibilidade, uma maleabilidade, uma plasticidade.

O esforço de levar esta plasticidade ao campo do formal fez nascer a Lógica Fuzzy (difusa, polivalente). Mente, cognição, emoção, inteligência, conhecimento, beleza, cor, altura, vida, morte, classe social, controle social, opinião pública, instituição social são conceitos difusos. Estes conceitos são incorporados em classes de objetos na teoria fuzzy, onde a pertinência ou não de um elemento a um conjunto se dá de forma gradual e não abrupta, contínua e não discreta. Como diz Bart Kosko: “Tudo é uma questão de grau”.

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